Entrevista Guilherme “GuiKsy” Ksyvickis

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Fala galera, sejam bem vindos a mais um episódio do Podcast P0ker Pro Brasil. O Podcast que te ajuda a conhecer e a entender o dia a dia do profissional de Poker. Aqui quem fala é Sergio AT Oliveira e no episódio de hoje eu irei entrevistar um jogador que está se destacando bastante nos jogos online e que aceitou o nosso convite para contar um pouco da sua história. Seu nome é Guilherme Ksyvickis, mais conhecido como “GuiKsy“. Guilherme, seja muito bem vindo ao nosso Podcast e obrigado por aceitar o convite para participar do nosso programa.

Guilherme Ksyvickis

Valeu Sergio, eu que agradeço o convite e poder estar conversando com você.

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Guilherme, como já é de costume, eu queria começar perguntando como você conheceu o poker?

Guilherme Ksyvickis

Eu conheci o poker ainda no ensino médio. Eu mudei de sala e acabei ficando amigo de um grupo de gostava de jogar poker. Eles se juntavam uma vez por mês para jogar, sem valer nada, por pura diversão.

Com o passar do tempo, isto se tornou cada vez mais frequente e nos reuníamos toda semana como uma forma de se divertir, conversar e beber.

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E isso faz quanto tempo, uns seis meses? kkkk

Guilherme Ksyvickis

Não, não, kkkk. Isso foi em 2008, quando eu estava no primeiro ano do colegial.

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Mas foi um colega que te apresentou ou foi você quem apresentou pra galera?

Guilherme Ksyvickis

O pessoal na sala falava muito que jogava poker e eu sempre fui fã de jogo. Qualquer jogo que você me falava eu experimentava…

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Você era truqueiro também, então?

Guilherme Ksyvickis

Nunca fui fã de truco, eu gostava mais de buraco, caixeta. Eu jogava muito com a minha avó.

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ahhhh, você curtia jogo de boteco, então?

Guilherme Ksyvickis

Sim, sim. Eu cresci com os meus avós e a gente passava muitos finais de semana na praia. A rotina era meio que acordar, pescar, jogar bilhar, a tarde, e buraco, a noite.

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Rotina ruim essa heim?

Guilherme Ksyvickis

Essa era muito ruim mesmo, kkkkk.

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Então os seus amigos da escola te apresentaram o jogo e você curtiu na hora?

Guilherme Ksyvickis

Foi assim, eles me chamaram para jogar e me explicaram as regras, mas a gente nunca seguia as regras que estavam no papel. Não tinha Small Blind, cada um apostava quando queria, etc. Era mais uma forma de se divertir, era muito legal!

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Quando você começou a se interessar mais pelo jogo e teve o interesse de entender mais a dinâmica do jogo ao invés de ter isso apenas como uma brincadeira?

Guilherme Ksyvickis

Isso demorou bastante tempo para acontecer. Ao contrário de mim, os meus amigos estudavam bastante, bem diferente de mim.

Teve um bom tempo que eu tive que estudar de forma a conseguir me preparar melhor para a faculdade.

No entanto, quando acabou o colegial eu comecei a trabalhar e decidi que não iria fazer nenhuma faculdade naquele momento, pois eu não queria que os meus pais gastassem dinheiro a toa. Meus pais não gostaram muito da ideia, mas eu estava decidido.

Eu queria ter o meu dinheiro para comprar o meu carro, poder sair, etc.

Eu entrei em uma multinacional e fiquei dois anos trabalhando nessa empresa. Eu aprendi muita coisa nesse período, mas percebi que não era o que eu queria pra mim. Então eu decidi sair da empresa, pois eu não estava gostando de fazer o que eu estava fazendo e o que eu realmente queria era fazer algo que pudesse gostar.

Eu sempre tive esse problema de fazer algo que eu gosto. Quando eu paro de gostar de alguma coisa, eu paro de fazer, ou seja, eu queria fazer alguma coisa que eu pudesse me dedicar.

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Por que você acha que isso é um problema?

Guilherme Ksyvickis

Eu não sei, eu acho que isso é uma coisa pessoal minha. Isso me atrapalha no Poker, às vezes. Por exemplo: quando eu não estou muito afim de jogar, os meus resultados são muito ruins.

Quando você está sem vontade de fazer alguma coisa, você não rende aquilo que poderia render. O Poker é um jogo de alto rendimento, ou seja, você precisa estar confortável e a vontade para render bem.

Eu sempre tive esse problema: de começa a fazer algo, depois de um tempo enjoar e não continuar. Então eu descobri nesses dois anos trabalhando em uma empresa que tinha que fazer uma coisa que eu realmente gostava de fazer. Eu aprendi que tinha que estar motivado sempre só por fazer algo.

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Na verdade eu não vejo isso como um problema, mas um mérito seu. Eu falo isso porque se você for perguntar para as pessoas se elas gostam de fazer o que fazem, a grande maioria vai dizer que não gostam.

O legal é que você percebeu que estava fazendo algo que não estava te fazendo bem e decidiu mudar de rumo, ou seja, por que eu vou me obrigar a fazer algo que não está me fazendo bem?

A sua atitude foi muito legal, porque a maioria das pessoas não toma esta atitude e ficam arrumando desculpa do porque elas devem continuar fazendo aquilo ao invés de buscar motivos para não fazê-lo.

E essa busca durou quanto tempo?

Guilherme Ksyvickis

Depois que eu saí da empresa, eu comecei a estudar por conta, buscando informações na internet, em artigos, etc. Esse aprendizado ocorre de forma bastante lenta, pouco a pouco.

Eu joguei por conta durante um tempo, colocando U$10 dólares para jogar, mas sempre quebrava.

Acesse o nosso podcast e ouça a entrevista na íntegra


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